segunda-feira, maio 21, 2007
terça-feira, março 06, 2007
EMPRESA
EMPRESA
A Concentração de Empresas pode ser de dois tipos: vertical e horizontal
- Vertical : quando se integra numa empresa todo o circulo produtivo de um bem.
- Horizontal: quando várias empresas se associam para combater a concorrência, o que
normalmente resulta num aumento de capital e de mão de obra. - Trust – Concentração de empresas que se dedicam ao mesmo ramo de actividade, dando
origem a uma nova empresa de maior dimensão. - Cartel – Conjunto de empresas, do mesmo ramo, que estabelecem acordos entre si, de
forma a não se tornarem concorrentes , mas m,antendo a sua autonomia . - Grupo - Concentração de empresas de sectores de actividade diferentes, todas dependentes
de um mesmo centro de decisão. - Holding – Concentração de empresas, que êm como objectivo participar no capital de outras
empresas, afim de controlarem as suas actividades. - Multinacional – Conjunto de empresas, que se situam em diferentes locais a nível mundial,
e que são controladas e dirigidas por um empresa sede.
OS FACTORES DE PRODUÇÃO EMPRESARIAL SÃO OS RECURSOS:
Materiais e tecnológicos: infraestrutura tecnológica..
Financeiros: Capital financeiro.
Humanos: Valor do trabalho.
INFRA-ESTRUTURA TECNOLÓGICA
Tecnologia que a empresa dispôe para o desenvolvimento da sua actividade (instalações,
máquinas e tecnologias da informação, incluindo o hardware e software.
CAPITAL FINANCEIRO
Capital próprio
Capital alheio
OBJECTIVOS DOS MEIOS FINANCEIROS
Gerar lucros.
Aumentar a produção, criando na empresa, desenvolvimento, estabilidade e aumentando a
rentabilidade.
VALOR DO TRABALHO
Perceber o valor do trabalho, como factor de produção numa empresa, é algo que é por
demais evidente, no entanto, a questão fundamental, é a do conhecimento como factor
produtivo, ou seja cada vez mais é necessário formação e um saber cada vez mais integrado,
mas simultaneamente especializado, portanto o saber (conhecimento) deve ser cada vez
mais partilhado, multiplicando o seu valor.
TIPOS DE EMPRESAS
sempre que é criada uma empresa, temos que ter sempre em atenção a sua forma jurídica,
sendo que essa vai determinar o seu modelo de funcionamento.
A escolha desse estatuto deve assentar em dois princípios fundamentais que são:
1. Valorização dos pontos fortes da futura empresa
2. Caracteristicas necessárias às expectativas de desnvolvimento.
FORMA JURÍDICA
Empresa individual – empresário em nome individual
Estabelecimento individual de responsabilidade limitada – E.I.R.L.
Sociedade unipessoal por quotas
Sociedade civil sob forma comercial
Sociedades comerciais – aspectos gerais
Sociedades por quotas
Sociedade anónima
Sociedade em comandita
Sociedade em nome colectivo
Cooperativas
Empresa individual – empresa constituida por um só indivíduo, cuja exploração afecta
bens próprios.a responsabilidade do empresário é total.
Estabelecimento individual de responsabilidade limitada - empresa constituida por
um só indivíduo, a responsabilidade neste tipo de empresas é só dos bens afectos á
empresa
Sociedade unipessoal por quotas – Este tipo de sociedade pode ser constituida por
uma pessoa singular ou colectiva,titular do capital social, em termos legais aplicam-se
todas as normas das sociedades por quotas, menos aquelas que pressupôem a
pluralidade dos sócios, limitando-se a responsabiulidade do sócio ao capital social.
Estas empresas obrigatóriamente teem de ter a expressão “sociedade unipessoal” ou a
palavra “unipessoal” antes de palavra Limitada ou da sua abreviatura Lda.
Sociedade civil sob forma comercial – Este tipo de sociedade não é uma sociedade de
natureza comercial ou industrial mas sim para prestações de serviços de carácter
profissional.
Sociedades comerciais – aspectos gerais – Todas aquelas que têm por finalidade a
prática de actos comerciais e que podem ter um dos seguintes estatutos jurídicos:
Sociedade em nome colectivo
Sociedade por quotas
Sociedade unipessoal por quotas
Sociedade anónima
Sociedade em comandita simples
Sociedade em comandita por acções
Todas estas sociedades são distintas entre si, a escolha do tipo de sociedade a criar assenta na
responsabilidade dos sócios. No entanto, a escolha do tipo de sociedade a constituir também
assenta noutros factores, tais como:
1. Complexidade e dimensãoi do empreendimnento
2. Capacidade de contribuição financeira dos interessados na sociedade
3. Vínculo de solidariedade e as relações existentes entre os interessados
4. Natureza da actividade
5. transmissaõ do património
6. Regime fiscal.
O tipo de sociedades mais comum é a sociedade por quotas e anónima devido a factores
relacionados com a limitação de responsabilidade dos sócios, não sendo necessária a
confiança mútua total entre os sócios.
Sociedades por quotas – São sociedades em que a responsabilidade dos sócios esta
limitada ao capital social, neste tipo de sociedade , o contrato tem sempre que
mencionar o valor da quota de capital e a indentificação do titular. Não são admitidas
contribuições da industria e o número mínimo de sócios é de dois. (Capital social
mínimo E5000 dividido em quotas que não podem ser inferiores a E100)
Sociedade anónima – nestas sociedades a responsabilidade dos sócios está limitada ao
valor das acções subscritas, mínimo de sócios cinco designados por accionistas nunca
podem ser admitidos sócios da industria ( mas é possivel constituir uma sociedade
anónima só com um sócio desde que este seja uma sociedade). Capital mínimo
E50.000 dividido em acções de E0,01 podendo a subscrição das acções ser pública ou
privada. As acções podem ser nominais ou ao portador.
Sociedade em comandita – são sociedades de responsabilidade mista, isto é ; tem
sócios de responsabilidade limitada, chamados de comanditàrios que contribuem
com o capital, e sócios de responsabilidade ilimitada chamados de comanditados
aue contribuem com bens e serviços e que assumen a gestão e direcção das sociedades
os sócios comanditários respondem apenas pela sua entrada enquanto os comanditados
respondem ilimitadamente entre si pelas dívidas da sociedade ( número mínimo de sócios
dois para comandita simples e cinco para comandita por acções)
Sociedades em nome colectivo- são de responsabilidade ilimitada em que os sócios
respondem com as suas entradas e bens pessoais na falta ou insuficiencia do
património da sociedade.
Cooperativas – São associações de carácter mutualista, estando abertas á entrada de
novos sócios , a finalidade deste tipo de associações é conseguira satisfação dos seus
associados para a obtenção de determinados bens e produtos a preços inferiores ao
mercado, ou a venda de produção própria.
As cooperativas podem associar-se criando as chamadas cooperativas de grau
superior, istoé é , associações, uniões, federações e cofederações de cooperativas.
quinta-feira, fevereiro 22, 2007
Engrenagens
Engrenagens são constituídas por rodas dentadas que se encaixam umas nas outras, transmitem movimento, mas invertem o sentido de rotação quando se trata apenas de duas rodas.
As rodas dentadas estão fixas a eixos e transmitem movimeto de rotação.
Para se conservar o mesmo sentido de rotação é necessário a introdução de uma terceira roda ou então fazer a transmissão por corrente.
ROLDANAS
terça-feira, janeiro 09, 2007
Plano Inclinado

PLANO INCLINADO
Planos Inclinados São superfícies planas, rígidas, inclinadas em relação à horizontal, que servem para multiplicar forças, constituindo, portanto, máquinas simples.
Tábuas que se apóiam no solo por uma de suas extremidades e num caminhão pela outra, sobre a qual trabalhadores empurram 'cargas', são exemplos de planos inclinados. Rampas de acesso a morros ou construções elevadas são também, planos inclinados.
O trabalhador deve aplicar sobre a carga (Q = resistência) uma força de intensidade Fa = P (potência) paralela à inclinação do plano, de modo a transporta-la do plano horizontal inferior ao plano horizontal superior, isto é, elevar a carga de uma altura H. Sendo Q o peso da carga, para eleva-la diretamente, na vertical e, lentamente, o operador deveria aplicar uma força vertical de intensidade igual a Q, ou seja, deveríamos ter P (potência) = Q (resistência) para uma elevação vertical direta no deslocamento H. Se, contudo, a carga for empurrada ao longo do plano inclinado de a, a intensidade da força a ser aplicada (P), paralela ao plano inclinado, será menor do que Q.Isto significa que, para cumprir a mesma tarefa de levantar lentamente uma carga a uma altura H, o plano inclinado permite uma 'economia de força' (P <> H). A 'velha' lei áurea da mecânica: ganha-se em força, mas perde-se em distância.
Desprezando-se as forças dissipativas, em toda máquina simples há conservação de trabalho (em regime operacional --- no caso, 'carga' subindo o plano inclinado em movimento uniforme), podemos escrever:
P.L = Q.H ou P = Q.(H/L)
Observe que P.L é o trabalho da força aplicada pelo operador e Q.H é o trabalho necessário para elevar, lentamente, uma carga de peso Q a uma altura H.
A vantagem mecânica (VM) de uma máquina simples traduz a 'economia' de força proporcionada pela máquina, isto é, o número pela qual a força aplicada pelo operador está sendo multiplicada.
VM = Q/P (definição)
Da conservação do trabalho P.L = Q.H tem-se: Q/P = L/H, donde:
VM = Q/P = L/H = 1/sena
Observe que quanto menor for a inclinação (a), menor será sena e maior será a vantagem mecânica.

Na ausência de atrito, no corpo sobre o plano inclinado agem três forças: seu peso Q, a reação (normal) de apoio por parte do plano (N) e a força potente (P).
A carga vertical Q pode ser decomposta em N' (perpendicular ao plano inclinado) e P' (paralela ao plano inclinado). Em função de Q e a tais componentes valem: P' = Q.sena e N' = Q.cosa.
No equilíbrio devemos ter:
N = N' e P = P' ou N = Q.cosa e P = Q.sena
Cunha --- constituída por uma peça prismática de madeira ou de ferro, com base triangular isósceles --- pode ser considerada como formada de dois planos inclinados unidos pelas suas bases. A potência P atua na face oposta à aresta do vértice (a) do triângulo isósceles.
As resistências atuam normalmente às outras duas faces retangulares.

Os instrumentos cortantes ou agudos, facas, navalhas, tesouras, formões, talhadeiras, cinzéis etc. são variações da cunha.
A potência P, aplicada à cabeça da cunha, decompõe-se nos componentes de valor P' perpendiculares aos lados da cunha e que equilibram resistências iguais (Q = P') e opostas. Da ilustração acima, indicando-se por M o ponto médio da cabeça AB tem-se: MB = BC.sen(a/2). E, da semelhança dos triângulos ABC e OPP' obtemos: P/P' = AB/BC = 2.MB/BC = 2.sen(a/2), donde, finalmente, a 'equação da cunha':
P = 2.P'.sen(a/2) = 2.Q.sen(a/2)
Para que a potência seja menor que a resistência deve-se ter P <>
Nota: Via de regra não há interesse em se escrever a expressão algébrica "teórica" da relação entre P e Q porque na cunha o atrito é sempre muito grande e tem que ser levado em conta.
PARAFUSO

O passo do parafuso é a 'altura' (h) do plano inclinado; a circunferência 2.p.r é a 'base' (b) (ilustração acima.
A saliência do parafuso chama-se 'filete'; pode ser quadrangular ou triangular. Quando se usa o parafuso para transmitir esforços, é preferível ter um filete retangular que é mais robusto que o triangular (como o usado nos parafusos micrométricos, que não são feitos para transmitirem grandes esforços). Ao filete corresponde, na porca, um sulco de mesmo passo.
Parafuso e porca 'sempre' trabalham juntos; no parafuso para madeira, a porca é a madeira.
No trabalho parafuso/porca podemos diferenciar os casos:
a) porca fixa; a rotação do parafuso determina a translação do mesmo em relação à porca. É o que se observa na prensa, onde a cada volta do parafuso (através do trabalho da força aplicada na alavanca) ele avança (ou retrocede) de um passo.

Na prensa ilustrada acima, a alavanca tem braço R e o parafuso tem passo p. A resistência Q aplica-se verticalmente, na ponta do parafuso. Quando a resistência cede de uma distância p, o trabalho será dado por Q.p. A potência P é o esforço que se faz tangencialmente à circunferência de raio R da alavanca; o trabalho dessa potência, numa volta completa, será: P.2.p.R (com essa volta completa o parafuso desloca-se de p).
Tem-se, pois: P.2.p.R = Q.p ou P = Q.p/(2pR).Cada prensa apresenta sua característica (n) que é: (2pR)/p = n , de modo que, a '
equação da prensa' é:
P = Q/n
As aplicações do parafuso são numerosas; empregam-se parafusos para fixar objetos de madeira ou de metal; nas prensas de copiar, de cunhar etc.; o parafuso micrométrico é parte essencial de vários instrumentos de precisão (palmer, micrômetro, esferômetro etc.); as hélices dos navios e aeroplanos são parafusos a deslocar na água ou no ar, que lhe servem de porcas; as prensas servem para espremer sucos das sementes oleaginosas etc. O parafuso-sem-fim tem grande analogia com o sarilho de engrenagem e tem os mesmos usos.
terça-feira, dezembro 26, 2006
PRODUTOS MECÂNICOS
Observando o nosso próprio corpo e a natureza, o ser humano inventou mecanismos e sistemas que o ajudaram a aproveitar, dirigir ou regular a acção dessas mesmas forças da natureza.
Alguns conceitos fundamentais de mecãnica:
Mecânica - É a parte da Física que estuda as forças e os efeitos que estas produzem.
Assim é fundamental que saibamos o que é uma força: ( É toda a causa capaz de modificar o estado de repouso ou movimento de um corpo, logo, capaz de realizar um trabalho.
Efeitos das forças - Existe um enorme número de exemplos do dia a dia em que é possivel utilizar e compreender correctamente no sentido físico o conceito de força, tais como: a deformação da matéria, a alteração do estado de um corpo , o deslocamento de um corpo, a redução dos efeitos da gravidade, etc.
A Grandeza Força designa-se pela letra F, e a unidade em que se mede é o Newton.
Trabalho - Diz-se que se realiza trabalho, sempre que se exerce uma força sobre um corpo, o qual se desloca na direção e sentido e da força. Podemos então definir trabalho como o produto da força, que se exerce no corpo pela distância que o corpo se moveu na direção e sentido da força. representa-se por W.
A unidade de trabalho é o N/m, produz-se um N/m quando se desloca um corpo uma distância de um metro com uma força de um Newton, ao N/m chama-se Joule.
Potência - Muitas vezes interessa saber o trabalho produzido, mas também durante quanto tempo foi produzido. Ao trabalho produzido por unidade de tempo chama-se Potência esta grandeza representa-se por P, e a unidade de medida é o Watt.
Watt - Trabalho produzido por um joule durante um segundo.
Tipos de movimentos - O primeiro movimento que está presente no nosso quotidiano é o movimento da queda livre resultante da força da gravidade; outros movimentos com muito interesse para o nosso estudo são o movimeto circular, e o movimento rectilíneo, seja constante ou variável.
LEIS FUNDAMENTAIS DA MECÂNICA
Para que possa compreender a mecânica é necessário um estudo prévio das Leis que regem o movimento dos corpos:
Leis do movimento
1ªLei – Todo o corpo permanece em estado de repouso ou movimento rectilíneo e uniforme, enquanto sobre ele não actuar qualquer força (lei da inércia)
2ªLei – A variação da quantidade de movimento é proporcional à intensidade da força aplicada, sendo a sua direcção igual àquela em que actua a força.
3ªLei – A qualquer acção opõe-se sempre uma reacção de intensidade igual e de sentido oposto. Por outras palavras, as interacções mútuas de dois corpos são sempre iguais e de sentidos contrários.
Lei da Gravitação (Atracção Universal)
Duas partículas materiais quaisquer atraem-se ou gravitam reciprocamente com uma força directamente proporcional às suas massas e inversamente proporcional ao quadrado da distância que as separa.
Alavancas são simples peças rígidas, tais como, barras, capazes de girar ao redor de um ponto ou eixo, denominado fulcro ou ponto de apoio. Como exemplo Tesouras, hastes de guarda-chuva, alicates, balanças, articulações das 'velhas' máquinas de escrever, remos, e tantos outros dispositivos funcionam baseados no princípio das alavancas.Em uma das extremidades da alavanca o operador aplica o seu esforço (F) e ela transfere para a outra extremidade uma força (R) para a 'carga' aí colocada.
Nas alavancas distinguimos: a) braço de potência - bp - que é a distância (OA) do fulcro (O) até o ponto (A) onde se aplica a força do operador (F).
Estamos, conforme se ilustra abaixo, admitindo que as forças que agem na barra são perpendiculares a ela.
b) braço de resistência (ou de carga) - br - que é a distância (OB) do fulcro (O) até o ponto (B) onde se coloca a carga.

Se, na situação ilustrada a alavanca estiver em equilíbrio, deveremos ter:
Equilíbrio das forças: N = F + Requilíbrio dos momentos: MF,O = MR,O ou F.bp = R.br
Classificação das alavancas
Dependendo das posições relativas das posições ocupadas pela potência (F), fulcro (O) e resistência (R), as alavancas classificam-se em:
Alavancas interfixas - onde o fulcro se localiza entre a força aplicada (potência) e a força transmitida (resistência).
Alavancas inter-resistentes - onde a força transmitida (resistência) localiza-se entre o fulcro e a força aplicada (potência).
Alavancas interpotentes - onde a força aplicada (potência) localiza-se entre o fulcro e a força transmitida (resistência).

Para todos os gêneros teremos sempre: OA = bp e OB = br , de modo que a 'equação de equilíbrio', comum para todas, será: F.bp = R.br .
Alavancas nem sempre são 'barras retas', não importa, as equações continuam válidas se tomarmos os devidos cuidados nas medidas de distâncias. Eis um caso:

Eis alguns exemplos desses gêneros de alavancas

Repare que as alavancas interpotentes (as do terceiro gênero) têm bp < br
alavanca inter-fixa

alavanca interpotente

Alavanca interresistente
sexta-feira, dezembro 22, 2006
domingo, dezembro 10, 2006
sábado, dezembro 09, 2006
PLANIFICAÇÃO
quinta-feira, novembro 16, 2006
Riscos ergonómicos
Verifica-se por vezes que os postos de trabalho não estão adaptados ás caracteristicas do trabalhador quer quanto à posição da máquina com que trabalha, quer no sepaço dispnonível ou na posição das ferremtas e materiais que utiliza nas suas funções.
Segundo um conceito ergonómico a execução de tarefas deve ser feita com o mínimo de consumo energético de modo a sobrar atenção para o controlo das tarefas e dos produtos, assim como para a protecção do próprio trabalhador.
Os agentes ergonómicos presentes nos ambientes de trabalho estão relacionados com:
- exigência de esforço físico intenso
- levantamento e transporte manual de pesos
- postura inadequada de exercício de actividades
- exigencias rigorosas de produtividade
- periodos de trabalhop perlongadas ou em turnos
- actividades monótonas ou em turnos
A análise e intervenção ergonómica traduz-se em:
- melhores condições de trabalho
- menores riscos de incidente e acidente
- menores custos humanos
- formação com o objectivo de prevenir
- maior produtividade
- optimizar o sistema homen/máquina
Algumas medidas da ergonomia:
- Corpo em movimento ( tornar os movimentos compatíveis com a acção. Reduzir o esforço de musculos e tendões)
- Precisão de movimentos (Ter em atenção a sua amplitude, posição e quais os membros a utilizar)
- Rapidez de movimentos ( Salientar sinais visuais ou auditivos)
Riscos Biológicos
- Hospitais
- Laboratórios de análises clínicas
- Recolha de lixo
- Industria do couro
- Tratamento de efluentes líquidos.
Penetrando no organismo humano por via digestiva, respiratória, olhos e pele, são responsáveis por algumas doenças profissionais, podendo dar origem a doenças menos graves como infecções intestinais ou simples gripe ou a mais graves como hepatite, miningite ou sida.
Estes organismos adaptam-se com relativa facilidade a ambientes em que predomina a sujidade , devido a isso as medidas preventivas a tomar terão de ser relacionadas com:
- RIGOROSA HIGIENE NO LOCAL DE TRABALHO
- RIGOROSA HIGIENE DO CORPO E DAS ROUPAS
- DESTRUIÇÃO POR PROCESSOS DE ELEVAÇÃO DE TEMPERATURA ( ESTERELIZAÇÃO)OU USO DO CLORO
- USO DE EQUIPAMENTOS INDIVIDUAIS
- VENTILAÇÃO PERMANENTE E ADEQUADA
- cONTROLO MÉDICO CONSTANTE
- VACINAÇÃO SEMPRE QUE POSSÍVEL
A verificação da presença de agentes biológicos em ambientes de trabalho é feita por meio de recolha de amostras de ar e água, que serão analizadas em laboratórios especializados.
Riscos Químicos
estas substâncias podem apresentar-se no estado sólido,líquido ou gasoso.
No estado sólido, temos poeiras de rigem animal, mineral e vegetal, como a poeira mineral da sílica encontrada nas areias para moldes du fundição.
No estado gasoso, como por exemplo, temos o GPL (gás liquefeito de petróleo) usado com combustível, ou gases libertados nas queimas ou nos processos de transformação das matérias primas.
Quanto aos agentes líquidos, eles apresentam-se sob a forma de solventes, tintas , vernizes ou esmaltes.
Estes agentes químicos ficam em suspensão no ar e podem penetrar no organismo do trabalhador por:
- Via respiratória
- Via disgestiva
- Epiderme
- Via ocular.
As medidas dos agentes químicos em suspensão no ar são obtidas por aparelhos especiais que medem a concentração, ou seja a precentagem em relação ao ar atmosférico.
sexta-feira, novembro 10, 2006
O frio ou o calor em excesso, ou a brusca mudança de um ambiente frio para um ambiente quente ou vice-versa, também são prejudiciais á saúde.
A sensação de calor que sentimos em determinados postos de trabalho é proveniente da temperatura resultante existente no local e do esforço físico que fazemos para executar um trabalho.
A temperatura resultante é função dos seguintes factores:
humidade relativa do ar.
velocidade e temperatura do ar.
calor radiante ( produzido por fontes de calor do ambiente, como forno e maçaricos)
A unidade de medida da temperatura adoptada é o grau Celsius, abreviadamente ºC.
temperatura ideal situa-se entre 21ºC e 26ºC
humidade relativa do ar deve estar entre 55% a 65%
velocidade do ar deve ser cerca de 0,12 m/s.
Os ambientes térmicos classificam-se em:
Quentes ( fundições , cerâmicas , Padarias.
Frios ( armazéns frigoríficos, actividades piscatórias)
- Neutros ( escritórios)
As situações mais preocupantes ocorrem em ambientes térmicos frios e quentes ou sobretudo quando as duas possibilidades existem no mesmo posto de trabalho.
STRESS TÉRMICO
Em geral está relacionado com o desconforto do trabalhador em condições de trabalho em que a temperatura ambiente é muito elevada, podendo-se conjugar uma humidade baixa e uma circulação de ar deficiente.
Sintomas de exposição a ambientes térmicos hostis podem ser descritos por:
Ambiente térmico quente:
Temperatura superficial da pele aumenta
Temperatura interma aumenta ligeiramente
Sudação
Mal estar generalizado
Tonturas e desmaios.
Esgotamento e morte.
Frieiras, localizadas nos dedos das mãos e dos pés.
Alteração circulatória do sangue leva a que as extremidades do corpo humano adquiram uma coloração vermelho-azulada.
Pé-das trincheiras, surge em situações de grande humidade, os pés ficam extremamente frios e com cor violácea.
Enregelamento, é a congelação de tecidos devido a exposição a temperaturas muito baixas ou por contacto com superfícies muito frias.
Medidas a tomar para minimizar os efeitos do stress térmico
¨ Uma alimentação correcta de modo a fortalecer o organismo
¨ Ingerir bastante água à temperatura ambiente.
¨ Não beber álcool
¨ Evitar alimentação rica em gorduras visto que estas retêm os líquidos no organismo.
¨ Moderar o consumo de cafeína
¨ Em situações de elevadas temperaturas, como por exemplo uma siderurgia a água a ingerir deve conter uma pequena porção de sal de modo a compensar as perdas devido á transpiração.
¨ Devem ser tomadas a nível de lay-out medidas de ventilação adequadas.
¨ Implementar turnos com menor carga horária em situações onde ocorre exposição a ambientes hostisContra o calor radiante
quinta-feira, novembro 09, 2006
Vibrações ( Risco fisico)
Consoante a posição do corpo humano, assim será a sua resposta às vibrações será diferente sendo igualmente importante o ponto de aplicação da força vibratória.
Os efeitos no homem das forças vibratórias resumem-se do seguinte modo.
Frequência entre 8 e 1000 Hz; uso perlongado de martelos pneumáticos, motoserras, conduz a complicações nos vasos sanguineos e articulações e á diminuição na circulação sanguínea, Estas lesões podem ser permanentes.
Frequência acima de 1000Hz ; O efeito restringue-se a nível da epiderme ( danos em células e efeitos térmicos). Com o passar dos anos, afecções a nível das articulações e da coluna.
quarta-feira, novembro 01, 2006
Riscos que rodeiam o posto de trabalho
Principais tipos de risco ambiental que afectam os trabalhadores :
- Riscos Fisicos
- Riscos Químicos
- riscos Biológicos
- Riscos Ergonómicos
Riscos Fisicos Ao desenvolvermos o nosso trabalho gastamos uma certa quantidade de energia para obtermos um resultado. Em geral quando dispomos de boas condições fisicas de ambiente como por exemplo, o ruído e a temperatura são aceitáveis produzimos mais com menor esforço, mas quando essas condições saem dos limites de tolerância fácilmente atingimos o incómodo e a irritação manifestando por vezes cansaço, falta de motivação e desconcentração e por consequência a queda do rendimento.
Portanto os factores fisicos do ambiente de trabalho afectam directamente o desempenho do trabalhador com consequêcias na produtividade pelo que se justifica plenamente a sua análise cuidadosamente.
Ruido (é todo o som que causa sensação desagradável aos humanos) Quando por vezes estamos num local onde não conseguimos ouvir perfeitamente a fala das pessoas nesse mesmo local é uma indicação que esse local é demasiado ruidoso. Os especialistas definem o ruido como todo o som que causa sensação desagradável ao homem.
Sem medidas de controlo ou protecção, o excesso de intensidade de ruído acaba por afectar o cérebro e o sistema nervoso.
Ruído Urbano
Introdução
Segundo a Organização Mundial de Saúde, o limiar de da incomodidade para ruído contínuo situa-se em cerca de 50 dB(A), no entanto poucas pessoas são realmente incomodadas quando expostas a valores de 55 dB(A). No período nocturno, os níveis sonoros devem situar-se 5 a 10 dB abaixo dos valores diurnos.
Os níveis sonoros são medidos com um sonómetro, que também calcula o nível médio para um determinado intervalo de tempo. O nível sonoro contínuo equivalente, Leq, é o indicador básico de ruído.
O ruído é uma das principais causas da degradação da qualidade do ambiente urbano. Os transportes são os principais responsáveis, embora o ruído de actividades industriais e comerciais possa assumir relevo em situações pontuais.
Pela sua elevada densidade populacional e complexidade da malha urbana, as grandes cidades apresentam uma maior sensibilidade ao ruído, sendo que a coexistência de uma ocupação sensível e de actividades ruidosas, leva impreterivelmente a uma situação de conflito de interesses.
Fontes de Ruído
Os habitantes da cidade de Lisboa podem estar expostos a ruído proveniente de várias fontes, sendo o tráfego rodoviário a principal contribuição.
Tráfego Rodoviário
É a fonte de ruído mais comum na cidade, sendo que a potência sonora proveniente de uma via de circulação está directamente ligado à quantidade de tráfego que escoa, assim:
a baixas velocidades (até 60km/h), o ruído produzido pelo motor é preponderante;
a elevadas velocidades (grandes eixos rodoviários), o ruído provocado pelo deslocamento do carro que aumenta com a velocidade.
A categoria do veículo e respectivo estado de conservação, tipo de piso onde circula, estado do piso, zonas que impliquem mudanças bruscas de velocidade e potência (semáforos,...) são alguns dos factores com influência no nível de ruído emitido.
As entidades responsáveis pelas infra-estruturas de transporte em exploração devem elaborar planos de monitorização e redução de ruído, segundo o novo RLPS.
Tráfego Ferroviário
É também uma fonte de ruído bastante comum em meio urbano, estado normalmente confinada às proximidades das linhas férreas.
Os principais factores que influenciam o nível de ruído emitido são:
Tipo de material circulante;
Tipologia e Traçado das linhas;
Sinais sonoros;
Tráfego Aéreo
Pode originar graves problemas de ruído para a população que habita na proximidade de aeroportos em particular durante as operações de descolagem e aterragem.
As populações expostas diariamente ao ruído aéreo é em média superior a 65 dB(A).
A legislação em vigor, por forma a salvaguardar a população afectada, restringe altamente o tráfego aéreo entre as 0h e as 6 da manhã e assume que todas as aeronaves a operar em território nacional devem possuir certificação acústica.
Ruído Industrial
As actividades industriais podem provocar situações de incomodidade na sua vizinhança mais próxima, quer por utilizarem processos que na sua essência são muitos ruidosos (no caso de industria pesada) ou porque recorrem a equipamentos que produzem níveis elevados de ruído (compressores, bombas,...).
O inimigo Invisivel
Todos nós já fomos sujeitos a exames de raiso X por indicação médica, ora nós nada sentimos ou vemos sair do aparelho ao fazermos esses exames, no entanto para executar essa radiografia, o equipamento liberta uma grande carga de energia electromagnética, essa radiação em doses elevadas é prejudicial ao organismo humano podendo provocar alterações no sistema de reprodução das células ocasionar doenças ou mesmo provocar em situações extremas a própria morte.
Estudos médicos demonstram que muitas pessoas adquiriram doenças pulmunares depois de passarem anos a trabalhar sem nenhuma protecção com produtos químicos ou produtos minerais. Este tipo de doença progride lentamente, tornando dificil o seu diagnóstico inicial, acabando por se manifestar mais tarde, muitas vezes tarde demais.
O desconhecimento de como os factores ambientais geram riscos para a saúde é um dos mais sérios problemas enfrentados pelos trabalhadores.
Higiene e condições Ambientais do PT
A combinação de alguns desses elementos gera produtos e serviços, a todo esse conjunto de elementos e acções chamamos condições ambientais.
Nalguns casos esse ambiente é agressivo para os trabalhadores, dadas as condições de rúido, temperaturas, esforço etc.a que o mesmo se encontra sujeito durante o cumprimento das suas funções.
O desenvolvimento tecnológico permitiu que em algumas das condições mais duras de trabalho para o ser humano, seja, usados robots que substituem parcialmente a acção directa do trabalhador.
Apesar de todo esse avanço ainda existem situações em que o homen enfrenta condições desfavoráveis ou perigosas na realização de tarefas,tais como em minas ou construção civil





